30.11.11

Fundamentos para a política de Chapadinha‏


Karl Marx afirmava que a consciência dos homens é determinada por sua condição social e material. Refletindo a partir desse fundamento, lembramos o grande argumento que sustenta o grupo político de situação da atualidade no poder é o do passado do atraso. O atraso, aí, significa, a lembrança de momentos de privação material que grande parte da população chapadinhense passou. A prosperidade advinda a partir da estabilidade econômica do município provoca um sentimento de segurança e que garante a manuntenção do grupo no poder.

Relacionada ao pensamento do próprio Marx, a dialética é um fundamento teórico que indica uma estrutura social fundada no confronto de grupos e de idéias que, por sua vez, provoca uma síntese. Esta, por sua vez, constitui-se um elemento consensual e superior aos elementos confrontantes, os grupos.

A 3ª via representa a expressão da dialética apregoada por Marx no sentido de que incorpora a síntese presente no debate dialético entre os dois grupos polarizados da política chapadinhense.

É isso mesmo. No aspecto da dialética a 3ª via encontra um fundamento. Contudo, o primeiro fundamento citado aqui, o da materialidade das consciências, ainda não encontra-se intensamente presente na 3ª via. Explico melhor. Para apresentar-se enquanto proposta alternativa aos grupos polarizados da política chapadinhense, não é suficiente apontar os erros de cada um. É necessário, sim, incorporar os pontos positivos desses grupos e, também, promover alterações materiais positivas na vida da população ou, pelo menos, de lideranças sociais do município. Sem isso, o ressoar do combate à corrupção não encontrará eco em meio à sociedade chapadinhense.

O Budismo aponta o caminho do meio como o encontro da felicidade, da iluminação e da auto-realização do ser humano. Contudo, esse caminho do meio, a 3ª via, não é composta do comodismo e conformismo da situação e nem no radicalismo da oposição. Traz, sim, a temperança, a eficiência e a prosperidade como marcas e como a face desse novo grupo.

A política é complexa e lida com a materialidade da vida das pessoas e, por isso, exerce tanto fascínio em meio às mentes. Não se pode reduzir as relações políticas apenas enquanto um confronto entre os "bons" e os "maus". Se assim for, sempre nos consideraremos o lado bom. Contudo, assim como na filosofia oriental, o bem pode estar contido no mal e vice-versa. Não se trata de separar um do outro, mas vê-los como parte da complexidade dialética da vida.

A 3ª via de chapadinha é composta de homens corajosos e que, ao meu ver, estudam e ensaiam uma revolução política. Só nos resta observar, analisar e contribuir, caso haja coesão, coerência e eficiência.
 
Jânio Rocha Ayres Teles / Filósofos de Chapadinha

28.11.11

Líderes da 3ª via respondem reflexão do professor Jânio

Meu caro Janio 

Como integrantes do movimento alternativo que popularmente já é conhecido como 3ª via, pensamos que nos assiste o direito e o dever de manifestarmo-nos sobre o seu comentário postado no Blog do Eduardo Braga, sob o titulo UM RAIOX DA 3ª VIA EM CHAPADINHA, cuja matéria vem antecedida da fotografia de varias lideranças políticas dentre as quais a nossa.

A maior expressão de liberdade, apanágio da democracia, é a liberdade de imprensa. O escrever emana do pensar. O livre pensar e o livre agir são garantias constitucionais asseguradas a todos os cidadãos. Portanto, não nos impressionamos com a inteligente crítica produzida pelo amigo com quem nos identificamos pelos laços da fraternidade e da amizade.

Na história universal são inúmeros os exemplos de divergências, ideológicas ou não, no seio de partidos ou de grupos políticos, das quais, em geral resultam rompimento de relações partidárias ou de construção de projetos políticos. Queremos dizer, é absolutamente trivial partes que se digladiam pela hegemonia de poder, especialmente o político, se fortalecerem à custa da migração para as suas hostes, de militantes que em algum momento foram seus adversários. Busque, na história do Maranhão, e você encontrará, com certeza, um sem número de exemplos vivos de políticos, com ou sem mandatos, ontem adversários hoje correligionários, por motivos diversos que não vem ao caso comentar nesta nossa despretensiosa abordagem.

Aqui mesmo em Chapadinha, onde sempre foi lema das lutas políticas “derrubar” quem está no poder, divisa esta que muito pouco tem contribuído para o desenvolvimento do Municipio, poucos são os políticos que podem se apresentar ao eleitorado com a autoridade moral de posições políticas coerentes e das quais nunca se tenham afastado.

Portanto, a 3ª via não tem por base interesses particulares de seus integrantes, acreditamos nós, mas se alicerça na própria história dos povos. Isto não significa abandono de ideias ou de ideais. Ela, a 3ª via, resulta sim do exaurimento da paciência de quem tem esperado e desejado ver uma mudança de posturas e de costumes políticos, resulta da indignação contra a dominação de grupos cujo modelo de administrar tem se caracterizado por permanentes e audaciosos atentados à coisa pública, especialmente ao erário.

O que é condenável, o que não se concebe caro Janio, é que fiquemos inertes ou aplaudamos a negociata e o loteamento de cargos na administração pública em nome da governabilidade. Essa realidade, pensamos nós, deve ser combatida por todos os homens e por todas as mulheres de bem de nosso país e de Chapadinha.

Ou a democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo, ou vivemos em uma democracia de mentira.

Quanto ao alinhamento desta via alternativa à questão política estadual, concordamos plenamente com você, até porque, os grupos polarizadores sustentam-se nas benesses do palácio dos leões, ambos rezam na cartilha do poder político dominante no nosso Estado. Esperamos, caro amigo, que o seu comentário, posto com perspicácia, por isso mesmo merecedor do nosso respeito, tenha por inspiração a percepção de que é preciso contribuir para que seja vitorioso o combate à nefasta e danosa polarização que não tem gerado benefícios à Chapadinha e ao seu povo.

Agradecendo sua atenção, subscrevemo-nos, 
Fraternalmente
Raimundo Marques (PPS)
José de Ribamar da Silva (PDT)
Levi Pontes (PSDB)
Gilnei José Baggio (PCdoB)
Francisco Gomes (PSB) 

27.11.11

O que fazer com Serra?


Como aqueles entes sobrenaturais incômodos que, às vezes, aparecem nas casas antigas, o ex-governador José Serra, volta e meia, se manifesta. Desde o início do ano, foram várias.
Em todas, causou embaraços e constrangimentos a seus correligionários. Quando, por exemplo, no primeiro semestre, resolveu pisar fundo nas críticas ao PT e a Dilma, em um texto que denunciava a “herança maldita de Lula” (vindo de quem havia se apresentado, em 2010, como o “Zé que vai continuar a obra de Lula”).
Justo na hora em que os governadores e parlamentares tucanos procuravam estabelecer um clima de diálogo com o governo.
Outro dia, se materializou, subitamente, no encontro peessedebista que estava sendo realizado no Rio de Janeiro, marcado - talvez por coincidência - para quando tinha dito que estaria indisponível. Voltou às pressas da Europa e lá surgiu.
Como a maior parte dos debatedores ali reunidos reprovava a campanha que fizera ano passado, teve que ouvir o que não queria.
Procurando acomodá-lo no arranjo partidário que emergiu da convenção de maio, arrumaram-lhe uma função para a qual se revelou inapto. Não faz sentido que o conselho político de um partido seja presidido por quem não dá mostras de querer ouvir os outros. Por quem quer apenas externar pontos de vista individuais.
Até agora, no entanto, Serra não tinha ido tão longe como foi na discussão da estratégia do PSDB para a sucessão da prefeitura de São Paulo. Na última terça feira, para espanto do meio político, saiu-se com a tese de que seu partido não deveria ter candidato a prefeito na maior cidade do país, a capital do estado que governa desde 1994 e o principal bastião tucano nacional.
Seu argumento é que o PSDB não tem “candidatos viáveis” e que, por isso, deveria se aliar ao PSD, cerrando fileiras em torno da candidatura de Guilherme Afif. Os quatro pré-candidatos tucanos que estão em campo - alguns intimamente ligados a ele -seriam perdedores.
Disputam a indicação os deputados José Aníbal, Ricardo Trípoli e Bruno Covas, assim como o secretário de Cultura do estado, Andrea Matarazzo. Todos, cada um a seu modo, estão qualificados para reivindicá-la – dois são deputados federais bem votados, um foi o campeão de votos para a Assembléia Legislativa (além de ser neto de Mário Covas), outro foi ministro de FHC e subprefeito na administração Serra.
Qualquer um deles é um “nome novo” para a prefeitura (especialmente Bruno Covas). O que não seria nada extraordinário na eleição que, provavelmente, teremos em São Paulo no ano que vem, pois vários dos possíveis candidatos de outros partidos também o são.
Seria nacionalmente relevante uma eleição em que os três maiores partidos apresentassem sua nova geração: Fernando Haddad, pelo PT, Gabriel Chalita, pelo PMDB, e um “nome novo” do PSDB. Ao invés do enésimo enfrentamento da “velha guarda”, nomes para o futuro.
Lula e Temer sabem que seus partidos precisam disso. Todas as movimentações de Alckmin sugerem que ele também. Os três raciocinam partidariamente (além de pensar, como a vasta maioria dos seres humanos, também em si mesmos). Serra, ao que parece, não. Sua aposta nunca é o novo. É o que ele considera “viável”.
A questão é como defini-lo. Em uma de suas frequentes amnésias seletivas, Serra se esquece de sua própria trajetória. Em 1988, quis ser candidato a prefeito e teve uma performance de nanico, com pouco mais que 5% dos votos (mas não se achava “inviável”). Em 1996, com Fernando Henrique no poder e o plano real nas alturas, voltou ao páreo e nem chegou ao segundo turno (mas continuou se acreditando “viável”).
Há quem ache que ele “não quer” ser candidato a prefeito em 2012, por ter medo de vencer e, assim, ser obrigado a abdicar de seu sonho presidencial. É improvável: o que tem é um fundado receio de perder, justificado pelo fraco desempenho nas pesquisas.
O que ele quer, mais uma vez, é que o PSDB faça o que ele quer. Se não é candidato, que ninguém o seja, assim permitindo que o partido seja usado na montagem da “estratégia nacional” que imaginou. E que só interessa a ele mesmo (e a seus amigos).
Os tucanos que resolvam. Às vezes, é melhor ter muitos adversários que um só companheiro assim. 

Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

22.11.11

Chapadinha sedia a II Feira Territorial de Economia Solidária e Agricultura Familiar do Baixo Parnaíba


O município de Chapadinha vai sediar, nos dias 24 e 25 de novembro, a II Feira Territorial de Economia Solidária e Agricultura Familiar do Baixo Parnaíba. O evento é uma realização da Secretaria de Trabalho e Economia Solidária (SETRES-MA); Fórum de Economia Solidária do Maranhão (FEESMA); Delegacia Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário no estado (DFDA-MA) e conta com o apoio de entidades da Sociedade Civil e da Prefeitura de Chapadinha. A abertura oficial da feira, que reunirá os representantes dos 16 municípios da região, será às 6h da tarde, na Praça Irineu Veras Galvão, com uma solenidade oficial.



O principal objetivo da feira é promover e estimular a visibilidade e o consumo de bens e serviços produzidos pelos grupos produtivos, associações e cooperativas de economia solidária e agricultura familiar no Território do Baixo Parnaíba, além de capacitar membros de empreendimentos econômico-solidários, gestores/as públicos, técnicos e dirigentes de organizações de apoio, sobre as temáticas relacionadas à Economia Solidária.

Entre as atividades previstas para os dois dias da feira estão: Relatos de Experiência; Manifestações culturais; Oficinas de reciclagem e reaproveitamento de materiais; Barracas com exposição de produtos para comercialização e divulgação; Ilha de degustação; stands de parceiros e Plenárias do FEESMA e CODETER.

A pré-inscrição das organizações e grupos produtivos foi feita pelo Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Baixo Parnaíba – CODETER, cuja seleção, ficou a cargo da coordenação estadual e territorial das feiras de economia solidaria e agricultura familiar. De acordo com Welquer Lima, assessor do CODETER, as atividades da feira como exposição e comercialização dos produtos estão previstas para começarem às 4h da tarde da próxima quinta-feira (24), data da abertura da II Feira Territorial de Economia Solidaria e Agricultura Familiar do Baixo Parnaíba.


Por: Fabrícia Bogéa
Infomações: Assessoria do CODETER

21.11.11

Um abraço no Elefante Branco (Ginásio de esportes de Chapadinha)



"Em conversa informal no último sábado na festa de aniversário do projeto O Bom Vizinho, eu juntamente com os amigos Djunior Carneiro e Raimundo Gomes Neto (Axixá), comentávamos sobre a falta de opções de esportes para a juventude de Chapadinha, e elencamos que o principal entrave é a falta de locais públicos para que estes jovens possam praticar modalidades esportivas, pois no município de Chapadinha não há nenhum local público voltado ao esporte.

Dai a idéia de uma manifestação pacifica, com o intuito de chamar a atenção dos governantes de nosso município e estado para a atual situação que encontra-se o Ginásio de esportes de Chapadinha, que já foi inaugurado oficialmente, mas que nunca funcionou, e está caindo aos pedaços, esse mesmo ginásio teve inicio a sua construção no ano de 1990, ou seja, 21 anos atrás, e até a presente data nunca serviu para a população de nossa cidade, mais sim há alguns políticos corruptos, que surrupiaram as verbas da construção daquele ginásio por várias vezes.

Está sendo combinado o dia e a hora para esse manifesto, um abraço simbólico naquele Ginásio, mas com um lembrete importante, não iremos apertar muito o ginásio, já que corremos o risco daquele grande elefante branco chapadinhense desabar sobre nossas cabeças, em breve estaremos divulgado a programação completa sobre o evento.

O cidadão Claudecir Satil da Silva, está convidando a todos para este evento, o mesmo não tem conotações politicas partidárias, mas é a preocupação de pai com o futuro de seu filho e da sociedade de Chapadinha, pois todos os dias olho um monte de jovens ociosos por falta de atividades, e o único local público  que deveria servir como base a esta juventude, só está servindo para outros fins, como o consumo de drogas e a prostituição, pois ali é um verdadeira motel público, ISSO É UMA VERGONHA..."

Magno Bacelar: o retorno…


Bacelar: de volta, e com fôlego renovado...


Ausente dos debates na Assembléia Legislativa há 15 dias, o deputado Magno Bacelar (PV) deve retomar hoje os trabalhos na Casa.
Neste período, o líder oposicionista Marcelo Tavares (PSB) encontrou campo fértil para plantar suas mágoas e revoltas contra o governo Roseana Sarney (PMDB). Sem contar em plenário com um oponente “bateu-levou”, como Magno Bacelar”, Tavares-sobrinho praticamente falou sozinho durante duas semanas.
Bacelar esteve em São Paulo realizando consultas e exames clínicos.
- Estou com saudade dos embates em plenário. E vi o deputado Marcelo Tavares bem afoito nos últimos dias. O que será que ele viu ou deixou de ver?! - provocou o vice-líder governista, ainda de São Paulo, na última quinta-feira.
O deputado passou o final de semana em Chapadinha, mas já retornou a São Luís.
Promete jogar mais lenha na fogueira em dois assuntos: as relações de João Castelo (PSDB) e Flávio Dino (PCdoB) e o sumiço dos R$ 73,5 milhões dos cofres da prefeitura.
- Vamos ter que ir a fundo neste assunto - afirmou…

 por 

11.11.11

Secretaria Municipal do Trabalho pleiteia cerca de 200 vagas de emprego para colheita de maçãs.



Além das mil vagas anunciadas pela agência do Sine de Chapadinha para a construção de uma usina hidrelétrica em Santa Catarina, agora a secretaria municipal do trabalho, está pleiteando para a região, cerca de 200 oportunidades de emprego para a colheita de maçãs no mesmo estado.

A equipe do Sine já esteve, inclusive, em Santa Catarina, que considerada a maior produtora de maçãs do Brasil, com 53,3% do total nacional, averiguando as condições de trabalho, oferecidas pela empresa contratante. 

Ainda de acordo com o diretor do Sine, José Ribamar Lima (Zezinho), o contrato de trabalho é de três meses. Os trabalhadores não terão nenhuma despesa com relação à viagem  que será de avião para Santa Catarina.

Fonte: Ações e Destaques
Por: Fabrícia Bogéa
Imagens: Alexandre Cunha
Edição de Imagens: Raimundo Sousa

7.11.11

Um Raio X da 3ª Via em Chapadinha


A 3ª Via, em Chapadinha, corresponde a um conjunto de lideranças que, por diferentes motivos, estão afastados dos dois grupos polarizados da política local: Isaías/Belezinha e Magno/Danúbia.

De um modo geral, aqueles que se ensaiam como alternativa já estiveram no poder, ou de um lado, ou de outro.

Exemplos clássicos disso é o fato de estarem presentes na 3ª Via pessoas como Vagner Pessoa, ex-partidário do grupo Isaías, e Dr. Levi, ex-partidário do grupo Magno. Associados a eles há outras lideranças de semelhante característica.

Vale lembrar, mais uma vez, que os prováveis motivos de estarem distantes dos grupos polarizados não são os mesmos para todos, o que mantém uma certa fragilidade de coesão de propostas na 3ª Via.

Vale lembrar, também, que a maioria das pessoas da 3ª Via são provenientes do grupo de Magno, o que denota uma natural tendência de afastamento em relação ao grupo de Isaías, o que, na reta final, numa possível polarização, pode eclodir enquanto opção política.

Isso ocorreu em 2008, quando Talvane e Levi apresentavam-se enquanto alternativa da 3ª Via. A desunião dos dois provocou uma nova polarização da eleição, o que fez com que os votos próximos de um lado ou de outro migrassem para os candidatos principais.

A tendência de polarização da eleição de 2012 torna-se iminente, haja vista o fato de que, possivelmente, as pessoas que votaram na 3ª Via em 2008 terem receio em entregar a eleição para o lado a que tem rejeição. Em outras palavras, as pessoas que votaram e Levi e Talvane e que teem tendência a apoiar Magno, por exemplo, pensarão duas vezes antes de entregar para Isaías.

Por sua vez, as pessoas que apoiaram Talvane e Levi e que também teem a tendência em apoiar Isaías tenderão à segurança do voto na candidatura que tiver mais potencial para tomar a política de Magno.

Enfim, tanto um lado quanto o outro (falo dos eleitores de um modo geral), estão mais pensativos quanto a flexibilizar o voto. Esta eleição de 2012 não será de candidatos, mas sim, de grupos. Isso determinará, inclusive, se a eleição estará nas mãos de Danúbia ou Belezinha.

Além de tudo isso, perpassa esta discussão a questão estadual, em que o grupo de 3ª Via constitui-se em sua maioria de pessoas provenientes do grupo de Jackson Lago (havendo p, podendo ter, como plano de fundo na eleição, a disputa entre a Família Sarney e Flávio Dino. Somente se o debate polarizar-se a partir de parâmetros estaduais é que a 3ª Via terá força. Caso contrário, permanecerá entre os dois grupos hegemônicos.
http://alexandre-pinheiro.blogspot.com/2010/08/nota-10-e-isaias-diferentes-ate-no.html

Pessoalmente acredito que, politicamente, se houver uma polarização da eleição, o lado de Magno e Danúbia (resistente ao retorno de Isaías) ganhará, mesmo que seja por um nariz.

Jânio Rocha Ayres Teles