18.11.09

Quanto ódio no coração

Comentário na primeira página do Correio Braziliense de hoje sobre a estréia do filme "Lula, o filho do Brasil":

"Na abertura do Festival de Brasília, a primeira sessão pública de Lula, o filho do Brasil teve um enredo típico de produções amadoras: desorganização e superlotação da Sala Villa-Lobos, com ministros, parlamentares e outros convidados em pé ou sentados ao chão. Sem a companhia do presidente, a primeira-dama, Marisa Letícia, foi ao Teatro Nacional e conversou em clima festivo com Glória Pires e Juliana Baroni, que a interpreta no longa-metragem. Ao final da sessão, houve aplausos protocolares."

Um comentário:

Arthurius Maximus disse...

Nesse aspecto devo concordar com você. O pessoal se deixa levar pela ideologia e esquece a figura história de Lula. Posso discordar de sua forma de governar, mas que o filme deve ser interessante; isso deve.