21.10.06

Grande Prêmio do Brasil

Amanhã teremos mais um Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1.

Mais do que pela confirmação do título de Fernando Alonso a corrida entrará para a história pela despedida de Michael Schumacher do automobilismo. A propósito, vai tarde. Já falei que não gosto do Zico e Schumacher é mais um. Não preciso falar que é um verdadeiro Dick Vigarista, personagem de desenho que sempre tentava trapaciar nas corridas, e o enorme endeusamento que fazem dele é injusto. O Galvão e o resto que o entitula "o Pelé das pistas" só tem como base os números do alemão. Recorde de títulos, de vitórias, de pole position e outros. O que significa que ele foi o mais superior à sua própria geração. Correndo contra David Couthard, Juan Pablo Montoya é fácil. Queria ver ele ganhar sete títulos contra Ayrton Senna, Alain Prost, Nigel Mansell, Nelson Piquet e numa época quando quem decidia a corrida era o piloto e não o carro. Quantas destas conquistas dele não foram conseguidas jogando o carro pra cima do adversário, com ultrapassagens só nas paradas dos boxes, com parceiros de lealdade canina ajudando? Schumacher foi bom, mas ficou longe de ser o melhor.

Felipe Massa, companheiro de Schumacher na Ferrari é o favorito para a vitória de amanhã. Tem um bom carro, larga na frente e corre em casa. Rubens Barrichello que é um piloto injustiçado pelas críticas larga em 5° e vai sem ter nada a perder. A corrida promete ser boa para o Brasil.

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